Porque parece que faço de tudo para ser gótico


olá pessoas não vou encher com a balela que estou ocupada que estou trabalhando muito ou qualquer outra coisa, o que de fato estou e sem assuntos ando distante do mundo gótico por preguiça de pessoas que conheço e que tenho mais preguiça ainda de assuntos, então tudo para mim anda se resumindo ao whatever.



Vou deixar a partir de hoje os comentários liberados, então trools podem comentar a vontade e pessoas que queiram deixam alguma dica de assunto algum critica ou somente falar seu ponto de vista fiquem a vontade!!


Vou entrar em um assunto onde estou mundo ligada visceralmente, que é a questão de desenhos.
 http://fabiovermelho.tumblr.com/tagged/art
http://www.kipperilustra.com.br/

E acho muito legal que tenha pessoas ligada ao gótico que tenham também essa habilidade, claro que muitos conhecem o Henrique Kipper que faz ótimas tirinhas, ou os desenhos undergrounds's do meu colega Fábio Vermelho.
Claro que há outras pessoas que você pode achar no mundo todo.

 http://abigaillarson.deviantart.com/
Arte de abigaillarson

Como começa o seu declínio para arte?

bem isso com certeza vem de cada um..
Para mim começou em 1990 era época de desenhos e muitos na tv brasileira, e foi por ai que veio aquela vontade desenhar, claro primeiro você começa com simples rabisco, depois de um tempo você começa a comprar aquelas revistinhas que te "ensinam a desenhar", depois você treina arduamente tentando entender como funciona para desenhar um corpo inteiro aprende que um corpo é medido por 6 cabeças ou 8 dependendo se é um corpo feminino ou masculino, depois fica meses tentando fazer sem nenhum erro e você começa a avançar em cada desenho, aprendendo com erros e vendo o que cada vez mais o que vai fazer parte do seu traço.


Traduzindo existe uma mecânica no qual você segue para um dia chegar em um desenho no qual você vai ter sua personalidade, suas inspirações e claro seu profissionalismo, a não ser que você aos 5 anos esteja desenhando e pintando como Oscar-Claude Monet.

Claro que hoje em dia surgiram métodos que facilitam (ou complicam...) todo o processo, no caso de tutorias via YouTube ou ate mesmo o passo a passo tudo na internet, sempre você precisar comprar uma daquelas revistas ou até mesmo nem gastar seu dinheiro com papel, nanquim ou mesmo com tintas a óleo, você pode fazer tudo digitalmente, não só colorindo um desenho que você fez ou fazendo o processo de criação desde o rascunho até a arte finalização tudo na frente de seu computador.

Aqui segue um texto que explica bem sobre este conceito:
"O conceito de arte digital engloba toda e qualquer manifestação artística produzida através de processos virtuais e em ambiente gráfico computacional. As primeiras experimentações datam da década de 1960 e deram início a um longo processo de aprendizagem para os artistas, que passaram do material convencional para as simulações cridas a partir de ordens numéricas de 0 e1.

    A amostragem da arte digital se dá tanto pelo ambiente gráfico virtual quanto pelas formas impressas. Sua produção é desenvolvida principalmente em universidades, uma vez que tanto o material diferenciado quanto o trabalho em equipe são necessários para produzi-la.

    A arte digital envolve alguns conceitos novos em relação a arte tradicional, são eles: a interatividade, que é a relação de estímulo e resposta; a virtualidade, que significa que tudo o que existe nesse ambiente existe em potência - por exemplo, se chama de virtual o que está no computador porque enquanto não se acessa um determinado arquivo, ele só existe em potência; e a simulação que é a recriação de uma situação em ambiente virtual, em potência;

    Sandra Rey, artista e professora de Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) explica que com o digital pode-se lançar mão de processos de simulação, baseados somente na programação e no cálculo matemático. "A partir daí é possível criar mundos simulados, que não tenham nenhuma referência com o real. Isso em termos processuais introduz uma grande diferença no que é o conceito de arte no mundo ocidental e como esse conceito foi construído desde o Renascimento”.

    Essa mudança no conceito da arte se relaciona diretamente com o modo de fazê-la, uma vez que “o digital provocou uma aproximação e cisão muito maior com a ciência”, reflete Sandra. O artista agora precisa de uma equipe, de alguém que saiba programação, que tenha conhecimento avançado em determinado software, etc. Assim, “cai por terra essa ideia modernista do ser de exceção, do artista ser um indivíduo diferenciado dos outros”, completa.

    As formas de finalização são diversas. A arte digital pode existir como projeção, coexistir com outros objetos em um determinado ambiente, ficar na web ou se materializar de forma física, como em uma impressão. Sandra enfatiza que na arte tradicional se trabalha com o objetivo de desenvolver um produto final, e o digital "rompe com isso, porque se pode ter inúmeros produtos finais”.

    Os artistas reconhecem que existiu – e ainda existe – resistência do mercado em aceitar a arte digital. Sandra conta que “até os anos 90 esse tipo de arte era marginal, então a forma que os artistas tinham para se fazer reconhecer era se unindo em grupos e criando eventos paralelos". Este tipo de manifestação só começou a surgir em bienais e festivais de arte contemporânea com a chegada dos anos 2000, "mas como se fosse uma grande concessão, alguma coisa a parte”, finaliza.

    Outra curiosidade acerca da aceitação da arte digital foi sua crítica, que começou a ser feita pelos próprios artistas. Isso é um diferencial bem significativo no sistema das artes. Sandra explica que para se criticar esse tipo de arte, é preciso conhecer o seu desenvolvimento, que não se dá pela simples contemplação. É preciso entender “como os programas são feitos, e como se dá o processo no computador”.

    Até então os artistas não analisavam o próprio trabalho, a não ser no campo da teoria, em um sentido mais pedagógico. A partir do digital, no entanto, vários artistas começaram a refletir e teorizar sobre esse tipo de arte, “pois os críticos da arte contemporânea não tinham ferramentas técnicas ou conceituais para desenvolver esse pensamento”, conclui Sandra.

    Principalmente no decorrer da última década, a arte digital se fortaleceu no campo da arte e com seus públicos, sendo hoje bem melhor recebida. Para Suzete Venturelli, artista digital e de web, “a arte computacional é a nova arte popular.”
    Arte Digital
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    tags arte, digital art, tecnologia, computador, arte computacional, brasil share
    Principais Subgêneros


    Uma das principais formas de expressão de arte digital, a manipulação de imagens, sobretudo de fotografias, consiste elaborar uma edição aperfeiçoada e visível, que vai além das mudanças de cor ou corte. Semelhante a esta categoria, a ilustração digital, por sua vez, se utiliza de vetores para definir primitivas geométricas, transformado-as, também, em arte.

    Um processo parecido, que também ocorre através de programas específicos de edição de imagem, é utilizado para a produção de pintura digital e gravura digital. Nestes casos, porém, a fim de deixar o trabalho final com finalização equivalente às pinturas tradicionais, há uma simulação tanto na tela quanto nas possibilidades de edição: aquarela, baixo-relevo, etc. O desenho digital, por sua vez, é criado através de ferramentas virtuais que simulam as utilizadas nas formas tradicionais de arte.

    Nem sempre, no entanto, faz-se necessário um grande aparato de ferramentas. A arte vetorial ou pixel art, por exemplo, nasce da mais simples delas: o lápis. Cada pixel é colocado em um lugar pré-determinado com objetivo criar um mapa, ou seja, a tradução da imagem digital no seu menor formato. Por ser tecnicamente bastante simples, o software mais usado para isso costuma ser o Paint. Pedro Paiva, artista digital e estudante de Artes Visuais, diz que sua inspiração na pixel art vem dos jogos de videogame que ele gostava quando criança. Para ele trata-se do tipo de arte “mais autêntico, porque não tenta simular uma técnica artesanal. Ela é digital assumida”, explica. Para ele, o público em geral “não se vê o 2D e o 3D como dois lados da mesma moeda. Acho que é um pouco isso o que eu faço, tentar  resgatar esse 2D. Essa pixel art, que é essa técnica meio perdida.”

    Popularizada mais recentemente no ambiente virtual, a animação ou modelagem tridimensional se constrói a partir de uma forma de arte digital em que é possível modelar e interagir com objetos tri e bidimensionais. Este tipo de trabalho dá a ideia de profundidade e perspectiva às formas, além de simularem cor, luz, transparência e reflexão.

    Por arte fractal, entende-se o conjuto de imagens digitais criadas a partir da utilização de complexas equações matemáticas através de softwares específicos. Normalmente, estas imagens apresentam auto-repetição e podem ser aumentadas ou diminuídas sem perder a forma original.
    Principais Subgêneros
    <---->
    Multitouch Barcelona
    <---->
    Digital Painting
    Web Art


    A Web art ou Internet art,é uma forma de expressão artística que só pode existir na Internet. Ela promove, a partir da interatividade, experiências visuais, sonoras e/ou temporais a quem visita a página. Busca tornar a navegação um experiência curiosa, divertida, intrigante, estética, etc. Muitas vezes, os artistas buscam um resultado subjetivo recorrentes do repertório visual de cada um.

    No início dos anos 1990 a internet começa a se popularizar e diversos artistas de outros meios como pintura e gravura começara a migrar para a internet. Assim, começara a surgir eventos para discutir a arte na rede, sendo o Itaú Cultural um dos primeiros espaços de arte a promover essas discussões. Segundo Suzete Venturelli, apesar de os bancos patrocinarem essa arte há cerca de 20 anos,  “os Museus não estão preparados, mas estão abrindo espaço”.

    Segundo Fabio Oliveira Nunes, conhecido como Fabio FON, pesquisador e web artistas, existem dois públicos: “um é um público que vai acompanhar essas manifestações através de eventos, de discussões na área, de reportagens, enfim, pessoas que tem consciência de que isso existe e elas vão atrás disso. Ao mesmo tempo, existe um outro público, aquele que chega no site sem saber do que se trata. São duas experiências diferentes. Por exemplo, eu gosto muito quando o artista consegue trazer um público que não tem noção de que aquilo é um trabalho de arte.”

    A web art pode ser criada em diversos meios, como sites, e-mail, softwares (como jogos), instalações em rede,  vídeo, e áudio interativos e performances em rede (usando  mundos virtuais como o Second Life, salas de bate-papo, e outros ambientes de rede). Para isso, são usadas plataformas que tem outra utilidade na web, como o html, o flash, wiki,  etc. Assim, muitos dos artistas constituem uma equipe que contenha um programador, ou eles mesmos aprendem a programar. 

    Na web arte, uma questão bem evidente é a web 2.0, Fabio FON  vê essa diferença como uma mudança no sentido das informações, “você tem essa web que não é mais aquela web antiga, quando você tinha um leitor que acessava esse conteúdo como num impresso. Hoje em dia, você tem essa web onde todo mundo produz conteúdo.” Para ele, quem trabalha com internet hoje, deve pensar em momentos de participação do público, de como fazer com que o público participe e colabore, e que é diferente da interatividade, nela existe uma relação de estímulo e resposta, enquanto a colaboração envolve uma contribuição.”

    Alguns dos principais artistas são Waldemar Cordeiro, Edmond Couchot, Victoria Vesna, Gilbertto Prado, Diana Domingues e Suzete Venturelli.

    Para saber mais:
http://www.fabiofon.com/webartenobrasil/
http://www.vendogratuitamente.com/
http://404.jodi.org/
http://blogspot.jodi.org/


    Web Art
    Analógico X Digital

    Antes de pensar em códigos e softwares, vale ressaltar que muitos defendem a prática analógica como ponto de partida básico para a elaboração de arte digital. Como o gênero é relativamente recente, com pouco mais de duas décadas, o número de artistas que migraram das plataformas tradicionais para digitais reforça a ideia de que as influências offline são indispensáveis.

    Mais do que ter experiência com as ferramentas analógicas, o artista digital precisa ter em mente que tudo é uma adaptação estética do mundo real, nenhuma ideia nasce digital. É o que explica Eduardo Müller, que começou trabalhando na área quando a ilustração digital ainda era pouco conhecida. “Na minha época, ‘ilustração digital’ era quando desenhávamos com lápis e papel e digitalizávamos o desenho”, explica, em tom divertido.

    Para ele, todos os tipos de arte são válidas, desde que haja, por parte do artista, uma base de conhecimento sobre arte que possa servir de subsídio para novas criações e a utilização de novas ferramentas. “O que falta para a gurizada de hoje é ter referências de artistas de raiz. Não adianta querer sair criando se tu não tens nenhum conhecimento sobre o que já foi feito no passado”, enfatiza.

    Müller diz que até a criação de softwares como o Painter é afetada pela arte do “lápis e do papel”. As ferramentas de programas digitais são pensadas e feitas com o intuito de funcionarem da mesma forma que ferramentas tradicionais e, consequentemente, resultarem no mesmo efeito final. “O maior desafio da arte digital é imitar a analógica”, acrescenta o professor.

    Vale acrescentar, porém, que isso não significa que a arte criada através de meios digitais tenha menos ou mais valor que a física. “O que acontece com a arte digital é o mesmo que aconteceu com a fotografia. A fotografia surgiu como uma experiência, mas vários artistas da época diziam que ela não poderia ser considerada arte, já que era criada através de meios mecânicos. Até que um fotógrafo, chamado Rejlander, usou fotos para montar auto-colagens e provou que era possível, sim, fazer arte com a fotografia”, finaliza."

Texto do site : http://projeqt.com/digital_artbr/digital-art-brasil/principais-subg%C3%AAneros/l

Claro que muito de vocês não terão lido o texto inteiro, mais conta desde a época que arte digital era somente digitalizar o desenho até hoje que se pode fazer um trabalho inteiro somente em um computador, mais se houve a oportunidade e tempo de ler esse texto é realmente recomendado.

Tá, qual o motivo de você está falando isso tudo?




O motivo foi ver um elogio a uma coisa que nem se deveria chamar de arte, alguém falar que deveria-se haver uma exposição aquelas brincadeiras no Photoshop sendo que acredito que a pessoa não tenha da fisicamente, um esboço ou até mesmo uma ideia linear no que queria fazer. (Pode-se chamar de recalque? mais claro porque não levei no total 16 anos da minha vida dedicando ao desenhos e onde até hoje pratico, dedico horas a um desenho só, dinheiro em canetas nanquins com custo em media de 60,00 comprando sempre um dos líquidos mais caros do mundo o nanquim somente 20 ml um valor de 7,00 ou seja imagina quando teria que pagar por um litro nem quero imaginar mais se quiser fazer a conta fique a vontade.)


O processo é simples
imagens do google > colocar as imagens retirar as partes brancas da foto> Hue/saturation > liquify

 
Pronto você tem a mesma coisa que a pessoa fez em menos de 10 ou 7 minutos. Fiz a mesma brincadeira em alguns minutos sem muito o que fazer, ainda me perguntaram "essa imagem distorcida da mulher, o que significa"
respondi : simplesmente nada, sem nenhum contexto por traz nem nada além de imagens pegada no google.
O que chega mais perto desta coisa seria a colagem digital que vocês devem conhecer do Artista Dave McKean que faz as Capas do Sandman (confesso que não gostava do trabalho, porém fui percebendo sua evolução e fiquei cada vez mais encantada.)

Achei uma entrevista
http://rollingstone.uol.com.br/edicao/57/entrevista-dave-mckean

Onde o mesmo fala sobre o processo criativo :
"Na época das capas de Sandman, lembro de ter lido que você ainda relutava em fazer todo o trabalho digitalmente. Como é seu processo hoje?
Na verdade, fiz uma grande quantidade de trabalhos digitais na época. Ainda amo o Photoshop e passava tudo pelo programa. O que foi ótimo, porque aprendi o que pude sobre ele e consegui aproximar o resultado final do que havia imaginado em minha cabeça. Hoje, por haver tantas imagens digitais por aí, tantas capas de livros e de CDs que não chegam nem a ser produzidas por ilustradores (os diretores de arte simplesmente jogam umas coisas no Photoshop e chamam de capa), voltei a pintar, porque há algo no ato físico de marcar a página. Ainda jogo as imagens no Photoshop eventualmente para limpar, adicionar camadas ou fazer alguns ajustes, mas a maior parte é desenho ou pintura produzido manualmente mesmo."


Claro que não devo, não posso e não ouso a comparar o trabalho do Mckean com algo totalmente amador como a suposta arte desta pessoa.
Então entramos em outra parte delicada...

O Direito autoral ou o Copyright (http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral), onde cada imagem possui seu direto autoral você não pode simplesmente pegar imagens e fazer o que quiser sair imprimindo em camisas, isso é considerado roubo!
"Também denominado direitos de autor ou direitos autorais, o copyright impede a cópia ou exploração de uma obra sem que haja permissão para tal. Toda obra original incluindo música, imagens, vídeos, documentos digitais, fotografias, arranjo gráfico em uma obra publicada, etc., são trabalhos que dão ao proprietário direitos exclusivos."

A não ser que você contrate uma empresa que tenha banco de imagens a venda, ou seja aquela imagem de família feliz de plano de saúde é lá onde você vai poder comprar as imagens para fazer uma imagem, fora a isso deve ser sempre que possível identificado onde foi tirado essa fonte.







O que parece que acaba acontecendo que no meio do mundo gótico, que você tem que produzir e ira "apoiar a cena"!
Nem que seja uma festa uma reunião, para alguns é voltado a fotografia, artes e talvez poemas/literatura, o problema que tem gente que parece que não possui um corretor ortográfico por perto ou simplesmente não tem dom mesmo. Provavelmente se você não sabe conjugar um verbo ou escreve coisas neste patamar
"ESSE ANO VOU ME VOLTAR CASAS INDIGNAS, A QUAL GOSTO MUITO, ENVOVLER ONG`S, MANTER ATIVISMOS SOCIAIS, PARTICIPAIS MAIS, CASAS URBANAS, PROJETOS SOCIAIS, GOSTO MTO DISSO................ LUTAR AINDA MAIS, JA FUI PROTESTO PAULISTA, XINGU, CONSTRUCAO USINA BELO MONTE, PRAMIMGRANDE META AJUDAR"
ou
"adoro fazer fotos esseano vou viajar america latna lances modelte"
o que eu posso pensar e como uma pessoa que faz sarau pode escrever uma atrocidade dessas! Mais isso está acabando há pessoas no qual conversei que dará assistência para que essas coisas melhorem, logo com todos os ensinamentos passado irá conhecer novos artistas escreverá um pouco melhor, mais claro isso não muda o fato disto ser uma porcaria digital, afinal vamos fazer qualquer porcaria para falar que fazemos alguma coisa na "cena gótica"


O que parece que acaba acontecendo que no meio do mundo gótico, que você tem que produzir e ira "apoiar a cena"!
Nem que seja uma festa uma reunião, para alguns é voltado a fotografia, artes e talvez poemas/literatura, o problema que tem gente que parece que não possui um corretor ortográfico por perto ou simplesmente não tem dom mesmo. Provavelmente se você não sabe conjugar um verbo ou escreve coisas neste patamar
"ESSE ANO VOU ME VOLTAR CASAS INDIGNAS, A QUAL GOSTO MUITO, ENVOVLER ONG`S, MANTER ATIVISMOS SOCIAIS, PARTICIPAIS MAIS, CASAS URBANAS, PROJETOS SOCIAIS, GOSTO MTO DISSO................ LUTAR AINDA MAIS, JA FUI PROTESTO PAULISTA, XINGU, CONSTRUCAO USINA BELO MONTE, PRAMIMGRANDE META AJUDAR"
ou
"adoro fazer fotos esseano vou viajar america latna lances modelte"
o que eu posso pensar e como uma pessoa que faz saurau pode escrever uma atrocidade dessas! Mais isso está acabando há pessoas no qual conversei que dará assistencia para que essas coisas melhorem, logo com todos os ensinamentos passado irá conhecer novos artistas escreverá um pouco melhor, mais claro isso não muda o fato disto ser uma porcaria digital.


Expo fosseis espirituais vasos de honra 2010




Após esse texto gigante, deixo um vídeo básico para explicar um pouco mais sobre o que é ser um artista de verdade.




O que é ser um artista bom de verdade?

Por trás da capa: a história por trás de Unknow Pleasure

Voltando a ativa venho com matéria de um dos meus sites favoritos Ideia Fixa

Por trás da capa: a história por trás de Unknow Pleasures

 

 

É muito provável que você já tenha visto essa capa do Joy Division (Unkown Pleasures), mesmo que não conheça nada além de Love Will Tear Us Apart - que por algum motivo bizarro alguns dj's depressivos acham que é musica de tocar na balada.

Mas já se perguntou em algum momento de onde aquilo saiu?

Encontrei eses dias um post sensacional de um cara chamado Adam Capriola, que antes de fazer uma paródia da capa, tentou descobrir se a mesma deteria algum direito autoral (ah se todo mundo fosse elegante assim). A história toda é meio comprida, então vou resumir por aqui.

O design da capa foi atribuído a Peter Saville, designer gráfico britânico que além dessa capa, fez várias outras para a afamada Factory Records , da qual ele foi co-fundador. Adam tomou uma direção óbvia e procurou informações sobre a capa na Wikipedia, e acabou descobrindo que ela vem de uma edição da Enciclopédia de Astronomia de Cambridge de 1977, e foi originalmente publicada com linhas pretas sobre um fundo branco. O gráfico mostrava ondas geradas por um Pulsar - que eu não fazia ideia do que se tratava, logo fui pesquisar para não falar bobagem.

 

"Os pulsares estão entre os objetos mais exóticos encontrados na galáxia. Eles são as relíquias peculiares das estrelas massivas que terminaram suas vidas em uma tremenda explosão chamada de supernova. O primeiro pulsar foi descoberto por uma mulher da Irlanda do Norte, Dame Jocelyn Bell-Burnell durante seu doutorado em 1967." fonte

Aí a situação ficou engraçada,  já que ele estava preocupado em não infringir direitos autorais, que provavelmente já teriam sido violados na produção da capa. Ele então imaginou que o designer teria pegado várias daquelas imagens para gerar uma nova, mas ao colocar as duas imagens lado a lado, não acreditou no que viu: eram iguais.

Sem acreditar que obteria uma resposta, escreveu para o escritório de Peter Saville e levou um susto ao receber uma mensagem de sua secretária, dizendo que para eles a imagem tinha direitos livres e que ele poderia usá-la como bem entendesse.

 

 

 Mas ele ainda não se deu por satisfeito. Se foi publicada em uma enciclopédia, essa imagem foi gerada por alguém que provavelmente deteria os tais direitos. A imagem veio a público pela primeira vez num artigo de Jeremias P. Ostriker para a revista Scientific American, em 1971. Adam escreveu para Ostriker que disse que não foi ele o responsável pela imagem.

 

 

Depois de um segundo olhar mais atento na revista, Adam viu que a  ilustração foi gerada por computador produzido no Arecibo Radio Observatory de Porto Rico. Ao estudar as medidas de direitos autorais, concluiu que a imagem foi publicada pela primeira vez nos EUA sem copyright no ano de 1971, o que a torna de domínio público por não cumprir com as formalidades da época.

E chegou a conclusão de que se você quiser usar a imagem de forma pessoal, apenas certifique-se que que você não têm ligação com o Joy Division ou Peter Saville ;)

 

Mais informações :
http://www.ideafixa.com/a-historia-por-tras-da-capa-do-joy-division/